Cochabamba, Bolívia

Depois de Sucre, pegamos um ônibus noturno de 10 horas até Cochabamba, a terceira maior cidade da Bolívia, economizando assim uma diária no hostel.

Chegamos às 6hrs da manhã no terminal de ônibus, e assim que fui pedir informações para saber onde estava o hostel que havíamos reservado, o cara me alertou para não andar sozinha até lá. Avisei que estava com minha amiga e ele disse que tudo bem então. Por sorte, o hostel ficava naquela mesma rua.

Acabamos conseguindo entrar no quarto às 7hrs da manhã e capotamos até o meio dia. Não dá pra descansar direito nesses ônibus noturnos…

Bom, minha amiga teve uns problemas familiares e teve que ficar no skype o dia inteiro. Eu fui, então, explorar a cidade.

Cochabamba, de fato, não é tão linda. Mas é muito rica, e isso nota-se pelo intenso comércio com lojas bonitas nas ruas, as avenidas pavimentadas e os grandes edifícios. Minha primeira parada por lá foi a Plaza 14 de Septiembre, a principal da cidade, com uma grande catedral e muito movimento. É legal, mas nada demais. Depois, fui pra uma ruela que vendia artesanato, a Pasaje Artesanal, mas acabei não comprando nada porque no dia seguinte eu queria ir para o La Cancha, principal Mercado da cidade, e sabia que lá as coisas eram mais baratas.

A Plaza principal
A Plaza principal

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Depois perambulei um pouco pela cidade, entrando meio sem rumo nas ruas e visitando pracinhas e igrejas no caminho. Voltei ao anoitecer para o hostel para buscar minha amiga para jantar.

Havia lido que no bairro de Recoleta estavam concentrados os melhores restaurantes e o agito da cidade. Pegamos um taxi (baratérrimo, na Bolívia os táxis são ridículos de barato) até a Pasaje Boulevard (onde está tudo) e, de fato, lá é um pouco mais caro, mas bem charmosinho para comer. Ah, caro digo 35 reais por pessoa rs. É que na Bolívia estou acostumada a pagar menos de 10 reais por refeição. Voltamos pro hostel e dormimos enquanto víamos um filme.

No dia seguinte, fomos de manhã para o Terminal de Ônibus para ver como faríamos no dia seguinte com o ônibus para La Paz (nossa próxima cidade). Ao longo do caminho para lá, as tendas de rua – estilo camelô – nos chamaram a atenção, em especial uma: de tatuagens. As pessoas estavam se tatuando (com agulha, maquininha, chame do que quiser) no meio da rua! Tipo num banquinho na sarjeta. Além de perigoso (Amanda responsável falando agora), não dá pra confiar num tatuador no meio da rua! Pena que não tirei foto.

Seguimos para o La Cancha. Bem grande e interessante, vende de tuuuudo, desde detergente e lâmina de barbear até cabeça de vaca. Claro que almocei por lá hehe, um prato delicioso que nem sei o que era, e de sobremesa um clássico pedaço de bolo, que como falei no post de Sucre, é uma sobremesa tradicional boliviana. Depois, buscamos como loucas a “seção” de artesanato. Resultado: fizemos a festa. Éramos as únicas turistas de lá (na verdade, durante nossos 2 dias acho que só vimos uns 5 turistas pela cidade hahaha) e compramos mooooitas lembrancinhas a um preço incrível, e tudo lindo e bonito. Aproveitamos para comprar tudo aqui, pois sabíamos que o Peru (meu próximo país) é mais caro. Adorei! Até já estava amiga das moças das lojas hehe

Por dentro do La Cancha
Por dentro do La Cancha

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Prato do mercado por 7 reais que nem sei o que era
Prato do mercado por 7 reais que nem sei o que era
Pedação de bolo (tinha até gelatina dentro) por 1,50 reais
Pedação de bolo (tinha até gelatina dentro) por 1,50 reais

Voltamos para o hostel para deixar as coisas e decidimos ir até o Cristo. Sim, Cochabamba tem um Cristo Redentor. Sim, ele é maior que o do Rio de Janeiro. Mas não tão bonito. Ele ficava um pouco distante do hostel mas preferimos ir caminhando para ver melhor a cidade. Assim como no RJ, é possível pegar um teleférico até seu topo. A vista é linda e eu gostei.

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Vista do Cristo
Vista do Cristo

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Já estava anoitecendo e do Cristo fomos caminhando até o mesmo bairro que havíamos jantado na noite anterior, Recoleta, mais especificamente no Pasaje Boulevard, e comemos num ótimo hambúrguer numa lanchote infantil rs. Aliás, descobri que não há McDonalds na Bolívia desde 2002. Não sei por que, mas há Burguer King. Fato nulo mas ok.

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Voltamos com um taxi para o hostel e no dia seguinte seguimos às 7hrs da manhã para La Paz!

Uhul, espero que estejam curtindo comigo!

Beijos,

Amanda

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5 comentários Adicione o seu

  1. Dan Campos disse:

    Olá,
    Estou planejando fazer um mochilão pela Bolívia e talvez Peru. Cochabamba estava no roteiro,teu relato me deixou muito empolgada. Me desculpa se me passou despercebido, mas gostaria de saber qual hostel você ficou.

    Parabéns pelo relato empolgante.
    bj

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    1. Oi Dan! Confesso que não lembro o nome… reservei um qualquer bem simples pelo Booking.com, desculpe! A cidade é legal, mas não passe mais de 1 ou 2 dias nela! São raros os turistas rsrs Obrigada pelo feedback, se puder ajudar em algo mais, me avise! Bjs

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